ACEITE A JUSTIÇA DE DEUS COMO O MELHOR PARA SUA VIDA.

PARTE 2

 

Traremos, para ilustrar a justiça misericordiosa de Deus, a seguinte parábola:

A parábola dos trabalhadores e das diversas horas do trabalho (Mateus cap. 20)

1  PORQUE o reino dos céus é semelhante a um homem, pai de família, que saiu de madrugada a assalariar trabalhadores para a sua vinha.

2  E, ajustando com os trabalhadores a um dinheiro por dia, mandou-os para a sua vinha.

3  E, saindo perto da hora terceira, viu outros que estavam ociosos na praça,

4  E disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e dar-vos-ei o que for justo. E eles foram.

5  Saindo outra vez, perto da hora sexta e nona, fez o mesmo.

6  E, saindo perto da hora undécima, encontrou outros que estavam ociosos, e perguntou-lhes: Por que estais ociosos todo o dia?

7  Disseram-lhe eles: Porque ninguém nos assalariou. Diz-lhes ele: Ide vós também para a vinha, e recebereis o que for justo.

8  E, aproximando-se a noite, diz o senhor da vinha ao seu mordomo: Chama os trabalhadores, e paga-lhes o jornal, começando pelos derradeiros, até aos primeiros.

9  E, chegando os que tinham ido perto da hora undécima, receberam um dinheiro cada um.

10  Vindo, porém, os primeiros, cuidaram que haviam de receber mais; mas do mesmo modo receberam um dinheiro cada um.

11  E, recebendo-o, murmuravam contra o pai de família,

12  Dizendo: Estes derradeiros trabalharam só uma hora, e tu os igualaste conosco, que suportamos a fadiga e a calma do dia.

13  Mas ele, respondendo, disse a um deles: Amigo, não te faço agravo; não ajustaste tu comigo um dinheiro?

14  Toma o que é teu, e retira-te; eu quero dar a este derradeiro tanto como a ti.

15  Ou não me é lícito fazer o que quiser do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom?

 Constatamos que Deus, representado aqui por aquele pai de família, foi extremamente justo ao pagar um dinheiro ao trabalhador que trabalhou o dia todo, pois foi por este preço que ajustaram o dia de trabalho. A todos os outros não estipulou valor, mas disse que pagaria o que considerasse justo. Ao pagar a todos os que vieram mais tarde o valor de um dia de trabalho, mostrou-se misericordioso para com eles, sem deixar de ser justo com os primeiros, uma vez que lhe é licito pagar a mais do que o devido aos segundos, pois está usando o direito de fazê-lo com o que é seu.

 No texto, que se refere à justiça que Ele nos apresenta, Ele chama a Si a responsabilidade em nos prover adequadamente naquilo que necessitamos, e diz que já faz isto com toda a sua criação. Incita-nos a buscar o seu reino e a sua justiça. A estes que buscarem o reino de Deus e Sua justiça, as demais coisas serão acrescentadas por Ele.  Em vários fundamentos que nos dá, nos leva a lembrarmos da lei da semeadura; em querermos para o outro o mesmo que queremos para nós; em vermos no outro um igual a nós (um nosso semelhante).

 Ao buscarmos o seu reino e vivermos as suas verdades, estaremos em Cristo, sendo providos e protegidos, como filhos de Deus que nos tornamos, com direitos e deveres na perfeita justiça de Deus.

 Não há como conter um homem que tem fome e que tem sede, de saciá-las. É a sua própria sobrevivência que ele busca e preserva. Ele fará tudo para conseguir alimentos e água. Se desta forma buscarmos (como aquele que tem fome e sede) a justiça, por fim chegaremos à justiça ideal, a justiça que nos apresenta o Senhor de todo o universo. Ao trazermos para nossas vidas estas verdades de Deus, esta justiça perfeitamente completa em todos os sentidos, então estaremos nos saciando de justiça, como aquele que sacia sua sede e mata sua fome. Ficaremos plenamente saciados, ou melhor, fartos.

Prezados, aceitem com alegria a justiça que o Senhor nos apresenta, tragam-na para sua vida, sejam transformados segundo estas verdades pelo poder do Espírito Santo, fartem-se dela e sejam felizes, como só Deus pode nos tornar. Bem-aventurados.

 

 

 

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